HORA CERTA
quinta-feira, 9 de janeiro de 2014
Amar-te
A noite finda devagarinho O vento sopra lá fora ,o frio A janela range,a porta bate A porteira geme se abrindo A cerração branqueia os campos O lagos se branqueiam de neblina Parece que nuvens nascem no chão Que sai dos matos em bolas de algodão Devagarinho canta o passarinho Ao longe galos empoleirados cantam O gado muge em bafejadas brancas, E cascos de cavalos compassam em trotadas É hora de te abraçar neste fim de madrugada Beijar teus olhos para acordar Para aninhar-me em teus braços,acarinhar Acalentar-me em teus beijos quentes, Saciar meus desejos de ti ,no amanhecer Nesta sinfonia da natureza tão fria Mergulhar em tua beleza ,navegar em sonhos Te amanhecendo dentro de mim fazendo amor
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