Os passageiros do ônibus olhavam com compaixão a jovem mulher com a bengala branca enquanto ela cuidadosamente subia os degraus.
Ela pagou a passagem e com suas mãos localizou o assento vazio que o motorista indicara.
Então, sentou-se colocando sua pasta no colo e descansou a bengala contra a perna.
Fazia um ano desde que Susan, 34 anos, ficara cega.
Devido a um erro de diagnostico medico havia perdido a visão e foi lançada repentinamente em um mundo de escuridão, raiva, frustração e pena de si mesma.
Outrora independente, agora Susan estava condenada por essa tragédia do destino a tornar-se um fardo impotente, desamparada.
- Como isto pôde ter acontecido comigo? Ela dizia, com o coração mergulhado em amargura.
Não importando quanto lamentasse ou rezasse, sabia que sua dor não poderia trazer de volta sua visão.
Uma nuvem de depressão rondou seu ser, outrora otimista.
Cada dia, viver era um exercício de frustração e esgotamento.
E tudo o que ela tinha a que se agarrar era seu marido, Mark, um oficial da Força Aérea que a amava com todo seu coração.
Quando ela perdeu sua visão, ele a olhou e sentindo o desespero da esposa, determinou-se a ajudá-la a recuperar a força e confiança que ela precisava para tornar-se independente novamente.
A experiência militar de Mark havia treinado-o para lidar com situações delicadas e ele sabia que aquela seria a mais difícil batalha que ele teria que enfrentar.
Finalmente, Susan sentia-se preparada para retornar a seu trabalho, mas como fazê-la chegar até lá? Ela costumava pegar o ônibus, mas agora estava muito amedrontada para andar pela cidade sozinha.
Mark ofereceu-se para levá-la de carro diariamente, embora eles morassem no lado oposto da cidade.
No principio, Susan sentiu-se confortada e isso satisfez a necessidade que Mark sentia de ajudar sua esposa cega que se sentia tão insegura sobre executar as tarefas mais simples.
Logo, no entanto, Mark percebeu que isso não estava funcionando – além de conturbar o horário, ainda estava saindo caro.
Ele admitiu a si mesmo que Susan teria que começar tomar o ônibus novamente.
No entanto, apenas o fato de ter que mencionar isso a ela fez com que ele sentisse-se incomodado.
Ela ainda sentia-se fragilizada e com raiva.
Como ela reagiria?
Como Mark previra, Susan ficara horrorizada à ideia de ter que tomar o ônibus novamente.
- Eu estou cega!, Ela respondeu amargamente.
Como posso saber onde estarei indo? Eu sinto como se você estivesse abandonando-me!
O coração de Mark quebrou-se ao ouvir estas palavras, mas ele sabia o que deveria ser feito.
Prometeu a ela que a cada manha e a cada noite ele a acompanharia até o ponto de ônibus, até que ela sentisse-se capaz de fazer por si mesma.
E foi exatamente isso o que aconteceu.
Durante duas semanas, Mark vestiu seu uniforme militar e acompanhou Susan quando ela ia e vinha do trabalho.
Ele ensinou-lhe como confiar em seus outros sentidos, especialmente na audição, para determinar onde ela estava e como se adaptar a seu novo ambiente.
Ele a ajudou a ser amiga do motorista de ônibus que poderia ajudá-la a encontrar um assento.
Ele a fez rir, mesmo naqueles dias difíceis quando ela tropeçava nos degraus do ônibus ou derrubava sua pasta.
A cada manha, eles faziam o mesmo caminho juntos e Mark pegava um taxi de volta para seu trabalho.
Embora essa rotina fosse mais cara e cansativa que a anterior, Mark sabia que era apenas uma questão de tempo até que ela pudesse pegar o ônibus por si só.
Ele acreditava nela, na Susan corajosa que enfrentava qualquer desafio, a Susan que conhecera antes de ela ter perdido a visão.
Finalmente, Susan decidiu que estava pronta para experimentar a viagem sozinha.
A manha de segunda-feira chegou e antes de partir, ela abraçou Mark, seu guia de ônibus, seu marido e melhor amigo.
Seus olhos estavam molhados pela gratidão, paciência, lealdade e amor que ele lhe devotava.
Ela disse tchau e pela primeira vez eles seguiram caminhos separados.
Segunda-feira, terça-feira, quarta-feira, quinta-feira…Cada dia ela pegava o ônibus sozinha e sentia-se muito bem.
Na Sexta-feira pela manha, Susan pegou o ônibus como normalmente havia feito desde o inicio da semana.
Enquanto estava pagando a passagem, o motorista disse-lhe.
- Eu realmente a invejo.
Susan não tinha certeza se o motorista havia falado com ela.
Afinal de contas, quem em sã consciência teria inveja de uma mulher cega que durante o ultimo ano estivera lutando para encontrar coragem para viver?
Curiosa, perguntou ao motorista:
- Porque diz que me inveja?
O motorista respondeu-lhe
- Deve ser muito bom ser tão cuidada e protegida como você é.
Susan não tinha ideia sobre o que ele estava falando e perguntou.
- O que o senhor quer dizer com isso?
O motorista respondeu-lhe:
- A senhora sabe, todas as manhãs dessa ultima semana, um bonito cavalheiro num uniforme militar tem lhe observado enquanto a senhora sai do ônibus.
Ele se assegura de que a senhora atravessa a rua de forma segura e de que entra naquele prédio comercial.
Então, ele lhe lança um beijo, faz um aceno discreto e vai embora.
A senhora é uma pessoa abençoada.
Lágrimas de felicidade rolaram pelo rosto de Susan, pois ela não podia vê-lo mas ela sempre sentiu a presença de Mark.
Ela era realmente uma pessoa abençoada, pois ele havia dado-lhe um presente muito mais poderoso que a visão, um presente que ela não precisava ver para acreditar – o presente do amor que pode trazer a luz a qualquer lugar onde haja escuridão.
HORA CERTA
segunda-feira, 31 de março de 2014
A presença do amor
l
Os passageiros do ônibus olhavam com compaixão a jovem mulher com a bengala branca enquanto ela cuidadosamente subia os degraus.
Ela pagou a passagem e com suas mãos localizou o assento vazio que o motorista indicara.
Então, sentou-se colocando sua pasta no colo e descansou a bengala contra a perna.
Fazia um ano desde que Susan, 34 anos, ficara cega.
Devido a um erro de diagnostico medico havia perdido a visão e foi lançada repentinamente em um mundo de escuridão, raiva, frustração e pena de si mesma.
Outrora independente, agora Susan estava condenada por essa tragédia do destino a tornar-se um fardo impotente, desamparada.
- Como isto pôde ter acontecido comigo? Ela dizia, com o coração mergulhado em amargura.
Não importando quanto lamentasse ou rezasse, sabia que sua dor não poderia trazer de volta sua visão.
Uma nuvem de depressão rondou seu ser, outrora otimista.
Cada dia, viver era um exercício de frustração e esgotamento.
E tudo o que ela tinha a que se agarrar era seu marido, Mark, um oficial da Força Aérea que a amava com todo seu coração.
Quando ela perdeu sua visão, ele a olhou e sentindo o desespero da esposa, determinou-se a ajudá-la a recuperar a força e confiança que ela precisava para tornar-se independente novamente.
A experiência militar de Mark havia treinado-o para lidar com situações delicadas e ele sabia que aquela seria a mais difícil batalha que ele teria que enfrentar.
Finalmente, Susan sentia-se preparada para retornar a seu trabalho, mas como fazê-la chegar até lá? Ela costumava pegar o ônibus, mas agora estava muito amedrontada para andar pela cidade sozinha.
Mark ofereceu-se para levá-la de carro diariamente, embora eles morassem no lado oposto da cidade.
No principio, Susan sentiu-se confortada e isso satisfez a necessidade que Mark sentia de ajudar sua esposa cega que se sentia tão insegura sobre executar as tarefas mais simples.
Logo, no entanto, Mark percebeu que isso não estava funcionando – além de conturbar o horário, ainda estava saindo caro.
Ele admitiu a si mesmo que Susan teria que começar tomar o ônibus novamente.
No entanto, apenas o fato de ter que mencionar isso a ela fez com que ele sentisse-se incomodado.
Ela ainda sentia-se fragilizada e com raiva.
Como ela reagiria?
Como Mark previra, Susan ficara horrorizada à ideia de ter que tomar o ônibus novamente.
- Eu estou cega!, Ela respondeu amargamente.
Como posso saber onde estarei indo? Eu sinto como se você estivesse abandonando-me!
O coração de Mark quebrou-se ao ouvir estas palavras, mas ele sabia o que deveria ser feito.
Prometeu a ela que a cada manha e a cada noite ele a acompanharia até o ponto de ônibus, até que ela sentisse-se capaz de fazer por si mesma.
E foi exatamente isso o que aconteceu.
Durante duas semanas, Mark vestiu seu uniforme militar e acompanhou Susan quando ela ia e vinha do trabalho.
Ele ensinou-lhe como confiar em seus outros sentidos, especialmente na audição, para determinar onde ela estava e como se adaptar a seu novo ambiente.
Ele a ajudou a ser amiga do motorista de ônibus que poderia ajudá-la a encontrar um assento.
Ele a fez rir, mesmo naqueles dias difíceis quando ela tropeçava nos degraus do ônibus ou derrubava sua pasta.
A cada manha, eles faziam o mesmo caminho juntos e Mark pegava um taxi de volta para seu trabalho.
Embora essa rotina fosse mais cara e cansativa que a anterior, Mark sabia que era apenas uma questão de tempo até que ela pudesse pegar o ônibus por si só.
Ele acreditava nela, na Susan corajosa que enfrentava qualquer desafio, a Susan que conhecera antes de ela ter perdido a visão.
Finalmente, Susan decidiu que estava pronta para experimentar a viagem sozinha.
A manha de segunda-feira chegou e antes de partir, ela abraçou Mark, seu guia de ônibus, seu marido e melhor amigo.
Seus olhos estavam molhados pela gratidão, paciência, lealdade e amor que ele lhe devotava.
Ela disse tchau e pela primeira vez eles seguiram caminhos separados.
Segunda-feira, terça-feira, quarta-feira, quinta-feira…Cada dia ela pegava o ônibus sozinha e sentia-se muito bem.
Na Sexta-feira pela manha, Susan pegou o ônibus como normalmente havia feito desde o inicio da semana.
Enquanto estava pagando a passagem, o motorista disse-lhe.
- Eu realmente a invejo.
Susan não tinha certeza se o motorista havia falado com ela.
Afinal de contas, quem em sã consciência teria inveja de uma mulher cega que durante o ultimo ano estivera lutando para encontrar coragem para viver?
Curiosa, perguntou ao motorista:
- Porque diz que me inveja?
O motorista respondeu-lhe
- Deve ser muito bom ser tão cuidada e protegida como você é.
Susan não tinha ideia sobre o que ele estava falando e perguntou.
- O que o senhor quer dizer com isso?
O motorista respondeu-lhe:
- A senhora sabe, todas as manhãs dessa ultima semana, um bonito cavalheiro num uniforme militar tem lhe observado enquanto a senhora sai do ônibus.
Ele se assegura de que a senhora atravessa a rua de forma segura e de que entra naquele prédio comercial.
Então, ele lhe lança um beijo, faz um aceno discreto e vai embora.
A senhora é uma pessoa abençoada.
Lágrimas de felicidade rolaram pelo rosto de Susan, pois ela não podia vê-lo mas ela sempre sentiu a presença de Mark.
Ela era realmente uma pessoa abençoada, pois ele havia dado-lhe um presente muito mais poderoso que a visão, um presente que ela não precisava ver para acreditar – o presente do amor que pode trazer a luz a qualquer lugar onde haja escuridão.
Os passageiros do ônibus olhavam com compaixão a jovem mulher com a bengala branca enquanto ela cuidadosamente subia os degraus.
Ela pagou a passagem e com suas mãos localizou o assento vazio que o motorista indicara.
Então, sentou-se colocando sua pasta no colo e descansou a bengala contra a perna.
Fazia um ano desde que Susan, 34 anos, ficara cega.
Devido a um erro de diagnostico medico havia perdido a visão e foi lançada repentinamente em um mundo de escuridão, raiva, frustração e pena de si mesma.
Outrora independente, agora Susan estava condenada por essa tragédia do destino a tornar-se um fardo impotente, desamparada.
- Como isto pôde ter acontecido comigo? Ela dizia, com o coração mergulhado em amargura.
Não importando quanto lamentasse ou rezasse, sabia que sua dor não poderia trazer de volta sua visão.
Uma nuvem de depressão rondou seu ser, outrora otimista.
Cada dia, viver era um exercício de frustração e esgotamento.
E tudo o que ela tinha a que se agarrar era seu marido, Mark, um oficial da Força Aérea que a amava com todo seu coração.
Quando ela perdeu sua visão, ele a olhou e sentindo o desespero da esposa, determinou-se a ajudá-la a recuperar a força e confiança que ela precisava para tornar-se independente novamente.
A experiência militar de Mark havia treinado-o para lidar com situações delicadas e ele sabia que aquela seria a mais difícil batalha que ele teria que enfrentar.
Finalmente, Susan sentia-se preparada para retornar a seu trabalho, mas como fazê-la chegar até lá? Ela costumava pegar o ônibus, mas agora estava muito amedrontada para andar pela cidade sozinha.
Mark ofereceu-se para levá-la de carro diariamente, embora eles morassem no lado oposto da cidade.
No principio, Susan sentiu-se confortada e isso satisfez a necessidade que Mark sentia de ajudar sua esposa cega que se sentia tão insegura sobre executar as tarefas mais simples.
Logo, no entanto, Mark percebeu que isso não estava funcionando – além de conturbar o horário, ainda estava saindo caro.
Ele admitiu a si mesmo que Susan teria que começar tomar o ônibus novamente.
No entanto, apenas o fato de ter que mencionar isso a ela fez com que ele sentisse-se incomodado.
Ela ainda sentia-se fragilizada e com raiva.
Como ela reagiria?
Como Mark previra, Susan ficara horrorizada à ideia de ter que tomar o ônibus novamente.
- Eu estou cega!, Ela respondeu amargamente.
Como posso saber onde estarei indo? Eu sinto como se você estivesse abandonando-me!
O coração de Mark quebrou-se ao ouvir estas palavras, mas ele sabia o que deveria ser feito.
Prometeu a ela que a cada manha e a cada noite ele a acompanharia até o ponto de ônibus, até que ela sentisse-se capaz de fazer por si mesma.
E foi exatamente isso o que aconteceu.
Durante duas semanas, Mark vestiu seu uniforme militar e acompanhou Susan quando ela ia e vinha do trabalho.
Ele ensinou-lhe como confiar em seus outros sentidos, especialmente na audição, para determinar onde ela estava e como se adaptar a seu novo ambiente.
Ele a ajudou a ser amiga do motorista de ônibus que poderia ajudá-la a encontrar um assento.
Ele a fez rir, mesmo naqueles dias difíceis quando ela tropeçava nos degraus do ônibus ou derrubava sua pasta.
A cada manha, eles faziam o mesmo caminho juntos e Mark pegava um taxi de volta para seu trabalho.
Embora essa rotina fosse mais cara e cansativa que a anterior, Mark sabia que era apenas uma questão de tempo até que ela pudesse pegar o ônibus por si só.
Ele acreditava nela, na Susan corajosa que enfrentava qualquer desafio, a Susan que conhecera antes de ela ter perdido a visão.
Finalmente, Susan decidiu que estava pronta para experimentar a viagem sozinha.
A manha de segunda-feira chegou e antes de partir, ela abraçou Mark, seu guia de ônibus, seu marido e melhor amigo.
Seus olhos estavam molhados pela gratidão, paciência, lealdade e amor que ele lhe devotava.
Ela disse tchau e pela primeira vez eles seguiram caminhos separados.
Segunda-feira, terça-feira, quarta-feira, quinta-feira…Cada dia ela pegava o ônibus sozinha e sentia-se muito bem.
Na Sexta-feira pela manha, Susan pegou o ônibus como normalmente havia feito desde o inicio da semana.
Enquanto estava pagando a passagem, o motorista disse-lhe.
- Eu realmente a invejo.
Susan não tinha certeza se o motorista havia falado com ela.
Afinal de contas, quem em sã consciência teria inveja de uma mulher cega que durante o ultimo ano estivera lutando para encontrar coragem para viver?
Curiosa, perguntou ao motorista:
- Porque diz que me inveja?
O motorista respondeu-lhe
- Deve ser muito bom ser tão cuidada e protegida como você é.
Susan não tinha ideia sobre o que ele estava falando e perguntou.
- O que o senhor quer dizer com isso?
O motorista respondeu-lhe:
- A senhora sabe, todas as manhãs dessa ultima semana, um bonito cavalheiro num uniforme militar tem lhe observado enquanto a senhora sai do ônibus.
Ele se assegura de que a senhora atravessa a rua de forma segura e de que entra naquele prédio comercial.
Então, ele lhe lança um beijo, faz um aceno discreto e vai embora.
A senhora é uma pessoa abençoada.
Lágrimas de felicidade rolaram pelo rosto de Susan, pois ela não podia vê-lo mas ela sempre sentiu a presença de Mark.
Ela era realmente uma pessoa abençoada, pois ele havia dado-lhe um presente muito mais poderoso que a visão, um presente que ela não precisava ver para acreditar – o presente do amor que pode trazer a luz a qualquer lugar onde haja escuridão.
Limites
“limitesSomos as primeiras gerações de pais decididos a não repetir com os filhos, os erros de nossos progenitores…
E com o esforço de abolirmos os abusos do passado…
Somos os pais mais dedicados e compreensivos mas, por outro lado…
Os mais bobos e inseguros que já houve na história.
O grave é que estamos lidando com crianças mais “espertas” do que nós, ousadas, e mais “poderosas” que nunca!
Parece que, em nossa tentativa de sermos os pais que queríamos ser, passamos de um extremo ao outro.
Assim, somos a última geração de filhos que obedeceram a seus pais…
E a primeira geração de pais que obedecem a seus filhos.
Os últimos que tivemos medo dos pais….
E os primeiros que tememos os filhos.
Os últimos que cresceram sob o mando dos pais…
E os primeiros que vivem sob o jugo dos filhos.
E, o que é pior…
os últimos que respeitamos nossos pais…
À medida que o permissível substituiu o autoritarismo, os termos das relações familiares mudou de forma radical…
Para o bem e para o mal.
Com efeito, antes se considerava um bom pai, aquele cujos filhos se comportavam bem, obedeciam suas ordens, e os tratavam com o devido respeito.
E bons filhos, as crianças que eram formais, e veneravam seus pais, mas à medida em que as fronteiras hierárquicas entre nós e nossos filhos foram se desvanecendo…
Hoje, os bons pais são aqueles que conseguem que seus filhos os amem, ainda que pouco o respeitem.
E são os filhos, quem agora, esperam respeito de seus pais, pretendendo de tal maneira que respeitem suas ideias, seus gostos, suas preferências e sua forma de agir e viver.
E que além disso, que patrocinem no que necessitarem para tal fim.
Quer dizer ; os papéis se inverteram.
Agora são os pais que têm que agradar a seus filhos para “ganhá-los” e não o inverso como no passado.
Isto explica o esforço que fazem tantos pais e mães para serem os melhores amigos e “darem tudo”a seus filhos.
A debilidade do presente os preenche de medo e menosprezo…
Aos nos verem tão débeis e perdidos como eles.
Os filhos precisam perceber que durante a infância, estamos à frente de suas vidas, como líderes capazes de sujeitá-los quando não os podemos conter…
E de guiá-los, enquanto não sabem para onde vão…
É assim que evitaremos que as novas gerações se afoguem no descontrole e tédio no qual está afundando uma sociedade que parece ir à deriva, sem parâmetros nem destino.
Se o autoritarismo suplanta, o permissível sufoca.
Apenas uma atitude firme, respeitosa, lhes permitirá confiar em nossa idoneidade para governar suas vidas enquanto forem menores, porque vamos à frente liderando-os…
E não atrás, carregando-os e rendidos às suas vontades.
Os limites abrigam o indivíduo.
Com amor ilimitado e profundo respeito.
segunda-feira, 24 de março de 2014
Que todos nós consigamos conviver com os nossos
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44
“Talvez eu venha envelhecer rápido demais.
Mas lutarei para que cada dia tenha valido a pena.
Talvez eu sofra inúmeras desilusões no decorrer de minha vida.
Mas farei com que elas percam a importância diante dos gestos de amor que encontrei.
Talvez eu não tenha força para realizar todos os meus ideais.
Mas jamais irei me considerar um derrotado.
Talvez em algum instante eu sofra uma terrível queda.
Mas não ficarei por muito tempo olhando o chão.
Talvez um dia o sol deixe de brilhar. Mas então irei me banha na chuva.
Talvez um dia eu cometar alguma injustiça. mas jamais irei assume o papel de vitima.
Talvez eu tenha que enfrentar alguns inimigos.
mas terei humildade para aceitar a mão que se estenderão em minha direção.
Talvez numa dessas muitas frias, eu derrame muitas lágrimas.
mas não terei vergonha desse gesto.
Talvez eu seja enganado inúmeras vezes.
Mas não deixarei de acreditar que em algum lugar alguém merece a minha confiança.
Talvez com o tempo eu perceba que cometi grandes erros.
Mas não deixarei de trilhar meu próprio caminho.
Talvez com o decorrer dos anos eu perca grandes amizades.
Mas irei aprender que aqueles que realmente são meus verdadeiros amigos nunca estarão perdidos.
Talvez algumas pessoas queiram o meu mal.
Mas irei continuar plantando a semente da fraternidade por onde passar.
Talvez eu fique triste ao concluir que não consigo seguir o ritmo da música.
Mas, então farei que a música siga o compasso dos meus passos.
talvez eu nunca consiga enxergar o arco-íris.
Mas aprenderei a desenhar, um, nem que seja dentro do meu coração.
Talvez hoje eu me sinta fraco. Mas amanhã irei recomeçar, nem que seja de uma maneira diferente.
Talvez eu não aprenda todas as lições necessárias.
Mas terei a consciência que os verdadeiros ensinamentos já estão gravados em minha alma.
Talvez eu me deprima por não ser capaz de saber a letra daquelas música.
Mas ficarei feliz com as outras capacidades que possuo.
Talvez eu não tenha motivos para comemora grandes comemorações.
mas não deixarei de me alegar com as pequenas conquistas.
Talvez a vontade de abandonar tudo torne-se a minha companheira.
Mas ao invés de fugir, irei correr atrás do que almejo.
Talvez eu não seja exatamente quem gostaria de ser.
Mas passarei admirar quem sou.
Porque no final saberei que, mesmo com inconfortáveis dúvidas, eu sou capaz de construir uma vida melhor.
E se ainda não me convenci disso, é porque como diz aquele ditado: ‘ainda não chegou o fim” Porque no final não haverá nenhum “talvez” e sim a certeza de que a minha vida valeu a pena e eu fiz o melhor que podia.
Engano
Sei que o tempo fechou.
O sol já não brilhou, eu já não estou tão ligado em você, você que começou o fim da historia, eu bem que queria mergulhar nesse amor.
De que valeu tantas promessas, tantos planos e o que aconteceu em nossas vidas foi engano, como salvar em nós o que existiu.
Se o amor nasceu, morreu ele não resistiu estou querendo fugir da ilusão com você sentir emoção forçamos a barra demais, bater na mesma tecla não dá mais paixão que não teve calor.
Amor por fazer não vem do coração.
domingo, 23 de março de 2014
Razão de viver ...
Você é a minha razão de viver,
razão da minha sobre vivência,
sem você confesso na minha vida
só hávera turbulências.
Você tem um beijo que me deixa
fora da gravidade,pois me deixa
completamente boba e com você
só existe felicidade.
Você é meigo e inteligente sem
calcular nada,sabe a dosagem
certa de amor que eu necessito
por dia ...
Você é meu docinho,benzinho,
amorzinho,amorzão,coração,
fica na minha vida que eu prometo
minha eterna paixão!TE AMO!
Comemore-se
Olhe para o calendário na parede, sabe que dia é hoje?
Sabe quantos dias já se passaram desde o seu último sorriso?
Quanto tempo faz que você não se dá um presente?
Quando foi que você recebeu um abraço apertado, desses que damos cheios de saudade ou ternura?
Os dias são apenas números na folhinha, ou vem cheio de recordações gostosas?
Cada dia é um novo capítulo na sua história, ou é a continuação de um drama sem fim?
Olhe para o calendário e marque: hoje é dia de comemorar-se!
Diga sim para este dia, abrace-se gostosamente, sinta-se a pessoa merecedora do amor, da paz, e da felicidade que você sempre sonhou.
Mas, não se esqueça de olhar para o alto, e de maneira bem infantil, agradecer a Deus, por este dia que tem a sua cara, que parece ser só seu, e comemore a certeza de que você não está só, alguém que te ama muito, vela por ti.
Comemore-se.
Você é fundamental para a vida que deseja ter!
quarta-feira, 19 de março de 2014
Felicidade e amigos
Felicidade é a certeza de que nossa vida não está se passando inutilmente.
Perdoa a teus inimigos; nada os chateia tanto!
Trate as pessoas da forma como elas devem ser e ajude-as se tornarem o que elas são capazes de ser.
Viva cada dia como se fosse o último, pois um dia desses vai ser mesmo.
Não corra atrás das borboletas; plante uma flor em seu jardim e todas as borboletas virão ate elas.
A gente não se liberta de um hábito atirando a pela janela; é preciso fazê-lo descer a escada degrau por degrau.
Não levante a escada sobre a cabeça de quem te pediu perdão.
O único homem que nunca cometer erros é aquele que nunca faz coisa alguma.
Não tenha medo de erra, pois você aprenderá a não cometer duas vezes o mesmo erro.
Se cada um varresse a calçada de sua casa, no fim do dia a rua toda estaria limpa.
A esperança é cheia de confiança. E algo maravilhoso e belo uma lâmpada iluminada em nosso coração. É o motor da vida. É uma luz na direção do futuro.
Mesmo as noites totalmente, sem estrelas podem anunciar a aurora de uma grande realização
CASAMENTO E ALIANÇA
O marido, chateado: — Querida, por que você está usando a aliança no dedo errado?
A mulher, chateada: — Porque me casei com o homem errado.
Duas mocinhas estavam conversando: "Acabei tudo com o Roberto". "É mesmo! Por quê?" "Ah! ele tinha uma porção de defeitos." "E você devolveu a aliança de noivado?" "Não, a aliança não tinha defeito algum".
Victor Frankl foi um dos judeus que os nazistas colocaram no campo de concentração de Dachau. Ele disse que, enquanto esteve no campo, os guardas lhe tiraram tudo. Tiraram sua identidade. Tiraram sua esposa. Tiraram sua família. Tiraram suas roupas. Tiraram até sua aliança de casamento. Mas havia uma coisa que ninguém podia tirar dele. Ele escreveu: "Resta a liberdade do ser humano de escolher que atitude tomar em dadas circunstâncias". Os guardas não podiam tirar de Frankl a liberdade de escolher que atitudes tomar. (Rick Warren, em "Poder Para Ser Vitorioso", pg 36 - Ed Vida).
A mesa e a refeição, na tradição bíblica e cultural do Oriente Médio, são fundamentais no estabelecimento de um acordo, pacto ou aliança. Jesus se assenta à mesa como um pai de família cercado de seus familiares. Essa família, constituída por Jesus, vem substituir as famílias que Jesus e seus discípulos deixaram (Mc 10.29). A esses seguidores Jesus se refere como seus familiares (Mt 10.25). As senhoras são sua mãe e os homens e os jovens seus irmãos e irmãs (Mc 3.24). Ao mesmo tempo Jesus se refere a todos como suas crianças (Mt 11.25). Essa é a nova família de Deus.
Os pactos eram costumeiros entre os povos primitivos e o são de certa forma até hoje. Existem diversos tipos de pactos. Os pactos que Deus fizera com os homens, eram de um soberano e seus súditos. Porém, todos foram quebrados pelos homens, mas Deus em sua infinita misericórdia, sempre esteve tentando nos resgatar. Era comum os reis fazerem pactos de sangue, deixando marcas nos braços dos pactuantes. Em guerra, a nação que levantasse o seu braço mostrando os vários pactos feitos contra nações, afugentava o adversário.
A Aliança de Casamento - Aliança significa compromisso, pacto, união. Na Sagrada Escritura, o relacionamento de Deus com os homens aparece repetidamente em termos de aliança do latim foedus, também conhecido como bérith em hebraico e diathéke em grego. Acredita-se que uso de alianças no terceiro dedo da mão esquerda no casamento servia para selar o matrimônio e vem da tradição cristã, do século XI, em que acreditava-se que nesse dedo havia uma veia que ia direto ao coração. Hoje sabe-se que isso não é correto. Mas valeu a idéia e também o aviso para os outros homens e para as outras mulheres, de que os que usam a aliança, eles já não estão disponíveis.
Para se ter ideia da importância de uma aliança com Deus, basta notar que a Bíblia é dividida em duas grandes alianças: a antiga e a nova.
segunda-feira, 17 de março de 2014
Pedaços
“Embora longe de mim, vejo te sempre ao meu lado, não há distância que vença o coração apaixonado.
Certo a raiz da árvore, corta a raiz dessa dor.
Vive perto de ti, ainda tenho esperança por ti, vivo chorando toda noite, todos os dias, como não posso, agora te ver agora, não tenho alegria.
A noite quando me deito, oro, minha oração a Deus entrego, minha alma a você, meu coração.
Agora que tudo passou quem esta sofrendo sou eu, aquele dia de felicidade, você fácil esqueceu, adeus sorrindo disseste, adeus chorando responde…
Chorando tu me esquecestes, sorrindo não te esquecer, saudades são coisas que passam que morre e torno a nascer de tudo tenho esquecido.
Só de te não pude esquecer…
domingo, 16 de março de 2014
Dar um tempo
“dar tempoDar um tempo à paixão.
Dar um tempo aos pensamentos.
Dar um tempo às sentimentos.
Será que é bom dar um tempo.
Quando amamos, temos tempo pensar?
Quando queremos alguém, temos tempo para deseja?
Quando estamos apaixonados, temos tempo para raciocinar?
Não pois nosso coração comanda nossas emoções.
O tempo é curto numa vida longa.
O tempo é algo que não podemos controlar.
O tempo é um sentimento que não se pode medir.
Então por que pedimos tempo para viver?
Somente o tempo cura as feridas.
Somente o tempo nos faz esquecer o passado.
Somente o tempo apaga as mágoas.
Felicidade e amigos II
O melhor livro de moral é a nossa consciência temos que consultar frequentemente
A mão que balança o berço, é a mão que rege o mundo.
O sonho e a esperança são dois calmantes que a natureza concede ao ser humano.
A alegria esta na luta, na tentativa, no sofrimento envolvido. Não na vitória propriamente dita.
Se não houvesse esperança não estaríamos lutando.
A esperança se adquiri, chega –se à esperança através da verdade, pagando o preço de repetidos esforços e de uma longa paciência.
Para encontrar a esperança é necessário ir além do desespero.
Quando chegamos ao fim da noite, encontramos a aurora.
Talvez as melhores amizades sejam aquelas em que haja muita discussão, muita disposta e mesmo assim muito afeto.
Não devemos permitir que alguém saia de nossa presença sem se sentir melhor e mais feliz.
Acredite que em última analise, a função do líder é espalhar esperança.
Não podemos ser verdadeiramente fortes enquanto não vivemos o lado divertido das coisas.
Tudo o que nos irrita nos outros pode levamos a uma melhor compreensão de nós mesmos.
Gosto e preciso de ti. Mas quero logo explicar, não gosto porque é preciso, sim, porque gostar.
O tempo dura bastante para aqueles que sabem aprontá-los.
Como poder ser feliz!
Como alguém pode ser feliz.
Como alguém pode ter a felicidade junto dela,
Ter a pessoa amada o ajudando sempre.
Ter amigos de verdade, ter lembrado do passado.
Ter alegrias nos momentos mais tristes.
Ter saudades da infância.
Ter calor humano pelo próximo.
Ter segurança nos dias inseguros.
Ter presente não temendo o futuro.
Se ele próprio não consegue entender seus próprios problemas.
Não conseguiria entender a vida, a principal chave da desgraça…
Do desencontro com a felicidade da injustiça que certa o mundo, da tradicional luta pela sobrevivência, da incompreensão do homem, da ambição louca da humanidade pelo poder…
E do orgulho ferido apenas por ele ser humano.
Como alguém pode ser feliz!!!
O Valor de Um Verdadeiro Amor
Era uma manhã e um jovem homem de negócios estava decidido finalmente a pedir um aumento ao seu patrão.
Antes de sair para o trabalho, contou à a sua esposa o que estava a ponto de fazer. O dia inteiro se sentiu nervoso e apreensivo. Finalmente, no final da tarde, criou coragem e foi falar com o patrão, e para sua surpresa e prazer, o chefe concordou com o aumento.
O exultante marido chegou em casa e encontrou uma bela mesa com a melhor louça chinesa e iluminada por velas.
Sentindo o aroma da refeição festiva, imaginou que alguém do escritório tinha ligado para sua esposa e batido com a língua nos dentes. Encontrando a na cozinha, contou os detalhes de suas boas notícias.
Abraçaram-se e dançaram em torno do quarto antes de sentarem-se para a refeição maravilhosa que sua esposa tinha preparado. Ao lado de seu prato encontrou um bilhete escrito em letras artísticas que dizia, "Parabéns, querido! Eu sabia que você conseguiria o aumento!
Este jantar é para lhe mostrar o quanto te amo".
Mais tarde, no caminho até a cozinha para ajudar sua esposa a servir a sobremesa, observou que um segundo cartão tinha caído do bolso dela.
Apanhando-o do chão, pode ler,
"Não se preocupa sobre não conseguir o aumento!
Você merece-o de qualquer maneira!
Este jantar é para lhe mostrar o quanto te amo".
De Coração Para Coração
O que separa corações não é a distância, é a indiferença. Há pessoas juntas estando separadas por milhares de quilômetros e outras separadas vivendo lado-a-lado. Muitas vezes nos importamos com o que acontece no mundo, nos sensibilizamos e pensamos até em fazer alguma coisa, mas nos esquecemos do que se passa ao nosso lado, na nossa casa, na nossa família e mesmo na vizinhança. Colocamos, sem querer, barreiras entre os corações que nos cercam. A indiferença mata lentamente, anula qualquer sentimento; e assim criamos distâncias quando estamos tão próximos. As pessoas se habituam tanto àquelas que convivem com elas que elas passam a não notá-las mais, a não dar mais importância. Mas, se quisermos transformar o mundo, comecemos por transformar a nós mesmos. Se quisermos entrar em combates para melhorar algo para o futuro, que esse combate comece dentro da nossa própria casa. Precisamos olhar os que estão ao nosso lado sempre com olhos novos. Comunicar mais, destruir mais barreiras e construir mais pontes. Precisamos nos dar de coração a coração. A melhor maneira de acabar com a indiferença de uma pessoa em relação a nós é amá-la. O amor transforma tudo. Não permita que pessoas ao seu lado morram de solidão! Não permita que elas sintam-se melhor fora de casa que dentro dela! Dê atenção, dê do seu próprio tempo! Comunique-se! Assista menos televisão e converse mais. Riam juntos. Há quanto tempo você não diz para a pessoa que vive ao seu lado que gosta dela? A gente não recupera tempo perdido. Mas podemos decidir não perder mais. Vamos amar os corações que nos cercam e tentar alcançar novamente aqueles que se distanciaram. Há sempre tempo para se amar. E se não houvesse, o próprio amor seria capaz de inventar.
O Que Faz Você Feliz?
Em um seminário para casais, perguntaram à esposa: "Seu marido lhe faz feliz?
Neste momento, o marido levantou seu pescoço, demonstrando segurança.
Ele sabia que sua esposa diria que sim, pois ela jamais havia reclamado de algo durante o casamento. Todavia, sua esposa respondeu com um "Não", bem redondo...
"Não, não me faz feliz".
Neste momento, o marido já procurava a porta de saída mais próxima.
"Não me "faz" feliz... EU sou feliz".
"O fato de eu ser feliz ou não, não depende dele e sim de mim."
continuou dizendo: "Eu sou a única pessoa da qual depende a minha felicidade.
" Eu determino ser feliz em cada situação e em cada momento da minha vida; pois e a minha felicidade dependesse de alguma pessoa, coisa ou circunstância, sobre a face da terra, eu estaria com sérios problemas.
Tudo o que existe nesta vida muda constantemente...
O ser humano, as riquezas, meu corpo, o clima, meu chefe, os prazeres.
"A felicidade está centrada em mim".
Há pessoas que dizem: "Hoje não posso ser feliz porque não tenho dinheiro, porque faz muito calor, porque alguém me insultou, porque alguém deixou de me amar, porque alguém não soube me dar valor...
" SEJA FELIZ , mesmo que faça calor, mesmo que esteja doente, mesmo que não tenha dinheiro, mesmo que alguém tenha lhe machucado, mesmo que alguém não lhe ame ou não lhe dê o devido valor. Você não acha muita responsabilidade... deixar a sua "FELICIDADE" nas mãos de outras pessoas?
domingo, 9 de março de 2014
a maleta
A MALETA
Um homem morreu, e ao se dar conta, viu que Deus se aproximava e tinha uma maleta com Ele.
E Deus disse:
- Bem, filho, hora de irmos.
O homem assombrado perguntou:
- Já? Tão rápido? Eu tinha muitos planos..
- Sinto muito, mas é o momento de sua partida.
- O que tem na maleta? Perguntou o homem.
E Deus respondeu:
- Os seus pertences!!!
- Meus pertences? Minhas coisas, minha roupa, meu dinheiro?
Deus respondeu:
- Esses nunca foram seus, eram da terra.
- Então são as minhas recordações?
- Elas nunca foram suas, elas eram do tempo.
- Meus talentos?
- Esses não pertenciam a você, eram das circunstâncias.
- Então são meus amigos, meus familiares?
- Sinto muito, eles nunca pertenceram a você, eles eram do caminho.
- Minha mulher e meus filhos?
- Eles nunca lhe pertenceram, eram de seu coração.
- É o meu corpo.
- Nunca foi seu, ele era do pó.
- Então é a minha alma.
- Não! Essa é minha.
Então, o homem cheio de medo, tomou a maleta de Deus e ao abri-la se deu conta de que estava vazia... Com uma lágrima de desamparo brotando em seus olhos, o homem disse:
- Nunca tive nada?
- É assim, cada um dos momentos que você viveu foram seus. A vida é só um momento... Um momento só seu!
Por isso, enquanto estiver no tempo, desfrute-o em sua totalidade. Que nada do que você acredita que lhe pertence
o detenha... Viva o agora! Viva sua vida!
E não se esqueça de SER FELIZ, é o único que realmente vale a pena!
As coisas materiais e todo o resto pelo que você luta fica aqui.
VOCÊ NÃO LEVA NADA!
Valorize àqueles que valorizam você, não perca tempo com alguém que não tem tempo para você.
Quando a Paixão Passa
!!!
Por que tem que ser assim...
A gente Ama, se declara, promete mundos e fundos
E de repente sem mais nem menos...
Percebemos que não era o que esperavamos!
Percebemos que mais uma vez falhamos!
Quem te enchia de beijos, passa a não olhar mas na sua cara
E a quem você prometeu AMOR ETERNO
Não é mais nem seu Amigo(a)!
Sabe por que tudo isso acontece?
Porque somos PRECIPITADOS!
Precipitados ao dizer que amamos!
Precipitados ao assumir um relacionamento
Que muitas vezes não deveria ter saido
Dos beijos, dos passeios e dos encontros nos fins de semana!
Então quando a Paixão toma conta do nosso corpo, da nossa mente!
Dizemos palavras e depois nos arrependemos...
Fazemos juras de AMOR, quando não se é amor! É apenas uma Paixão!
E quando acordamos para realidade...
Quando a paixão passa...
O Principe(a) Virou Sapo(a)
Sinais
Para tudo a vida manda-nos sinais; uns mais claros e diretos, outros ainda bem leves, mostrando que estamos no começo de uma mudança.
Assim, o relacionamento não acabou da noite para o dia como as vezes queremos acreditar, nem a obesidade ocorre num instante, nem a anorexia se instala como vírus, nem a depressão se instala em uma tarde de chuva.
Tudo vem com o tempo, e vem com sinais...
A vida manda sinais a todo o momento, mas, para a maioria deles nem ligamos.
E, aqueles que pedem mudanças em nossos hábitos, são relegados, deixados de lado, porque toda mudança interior pede esforço.
Hoje, quando o dia apresenta respostas, fique atento aos sinais, e se for preciso, procure ajuda!
Então, jogue fora o que não lhe faz bem, e descubra quanto poder você tem, quando determina uma mudança, quando percebe o sinal da vida, e diz sim para o seu melhor amigo: você!
sábado, 8 de março de 2014
Marca de uma lágrima
E o meu amado o que diria se eu partisse?
O que diria se estes versos não ouvisse?
O que teria em suas mãos senão um corpo de sangrado cheio de carne, de suspiros, de delírio apaixonado?
Faltaria, porém, o recheio das ideias, a loucura e a razão, que transforma um encontro sem graça em tremenda paixão!
Mas não tema o meu querido que esse amor desapareça, por ele é amado ao mesmo tempo por um corpo e uma cabeça.
O corpo ele pode beijar,cheirar, fazer do corpo mulher.
Mas a cabeça o possui, manipula, e faz dele o que quer!
Haja o que houver, do meu amor esse garoto foi o Rei.
Digam a ele que com corpo e cabeça eu sempre o amarei.
A marca dessa lágrima testemunha que eu o amei perdidamente.
Em suas mãos depositei a minha vida e me entreguei completamente.
Assinei com minhas lágrimas cada verso que lhe dei, como se fossem confetes de um carnaval que eu não brinquei.
Mas a cabeça apaixonada delirou foi farsante, vigarista, mascarada, foi amante, entregando-lhe outra amada, foi covarde que amando nunca amou!
Agradeço a você pelo amor que nunca te dei…
terça-feira, 4 de março de 2014
Como Manter Um Amor
Uma jovem mulher e sua filha caminhavam pela praia. Num certo ponto, a menina disse:
- Como se faz para manter um amor?
A mãe olhou para a filha e respondeu:
- Pegue um pouco de areia e feche a mão com força.
A menina assim fez e reparou que, quanto mais forte apertava a areia com a mão, com mais velocidade a areia escapava.
- Mamãe, mas assim a areia cai!!!
- Eu sei, agora abra completamente a mão.
A menina assim fez, mas veio um vento forte e levou consigo a areia que restava na sua mão.
- Assim também não consigo mantê-la na minha mão!
A mãe, sempre a sorrir, disse:
- Agora pegue outra vez um pouco de areia e mantenha a mão um pouquinho aberta, como se fosse uma colher: fechada o suficiente para protegê-la, mas aberta o bastante para lhe dar liberdade.
A menina experimentou e viu que a areia não escapava da mão, pois estava protegida do vento.
A mãe concluiu: - É assim que se faz durar um amor.
Seja Feliz e Pronto
A idiotice é vital para a felicidade.
Gente chata essa que quer ser séria, profunda e visceral sempre.
A vida já é um caos, por que fazermos dela, ainda por cima, um tratado?
Deixe a seriedade para as horas em que ela é inevitável: mortes, separações, dores e afins.
No dia-a-dia, seja idiota!
Ria dos próprios defeitos.
E de quem acha defeitos em você.
Milhares de casamentos acabaram-se não pela falta de amor, dinheiro, sexo, sincronia, mas pela ausência de idiotice.
Trate seu amor como seu melhor amigo, e pronto.
Quem disse que é bom dividirmos a vida com alguém que tem conselho pra tudo, soluções sensatas, mas não consegue rir quando tropeça?
Alguém que sabe resolver uma crise familiar, mas não tem a menor idéia de como preencher as horas livres de um fim de semana?
É bem comum gente que fica perdida quando se acabam os problemas.
E daí, o que elas farão se já não têm por que se desesperar?
Tudo que é mais difícil é mais gostoso, mas... A realidade já é dura; piora se for densa.
Dura, densa, e bem ruim.
Brincar é legal. Entendeu?
Acorde de manhã e decida entre duas coisas: ficar de mau humor e transmitir isso adiante ou sorrir...
Bom mesmo é ter problema na cabeça, sorriso na boca e paz no coração!
"A vida é uma peça de teatro que não permite ensaios". "Por isso cante, chore, dance e viva intensamente antes que a cortina se feche". Seja você mesmo sempre e VIVA A VIDA!!!!
domingo, 2 de março de 2014
Uma história de amor
Um dia avisaram para os moradores desta ilha que ela ia ser inundada.
Apavorado, o amor cuidou para que todos os sentimentos se salvassem; ele então falou:
Fujam todos, a ilha vai ser inundada.
Todos correram e pegaram seu barquinho, para irem a um morro bem alto.
Só o amor não se apressou, pois queria ficar um pouco mais na ilha.
Quando já estava se afogando, correu para pedir ajuda.
Estava passando a riqueza e ele disse:
- Riqueza, leve-me contigo.
- Riqueza, leve-me contigo.
Ela respondeu:
- Não posso, meu barco está cheio de ouro e prata e você não vai caber.
- Não posso, meu barco está cheio de ouro e prata e você não vai caber.
Passou então a vaidade e ele pediu:
- Oh! Vaidade, leve-me contigo.
- Oh! Vaidade, leve-me contigo.
- Não posso você vai sujar o meu barco.
Logo atrás vinha a tristeza.
- Tristeza, posso ir contigo?
- Tristeza, posso ir contigo?
— Ah! Amor, estou tão triste que prefiro ir sozinha.
Passou a alegria, mas estava tão alegre que nem ouviu o amor chamar por ela.
Já desesperado, achando que ia ficar só, o amor começou a chorar.
Então passou um barquinho, onde estava um velhinho.
- Sobe, amor que eu te levo.
O amor ficou tão radiante de felicidade que esqueceu de perguntar o nome do velhinho.
Chegando no morro alto onde estavam os sentimentos, ele perguntou à sabedoria:
- Sabedoria, quem era o velhinho que me trouxe aqui?
Ela respondeu:
- O tempo.
- O tempo.
- O tempo? Mas, por que só o tempo me trouxe aqui?
- Porque só o tempo é capaz de ajudar e entender um grande amor.
O marido perfeito
Ela amava o seu marido e ele a amava de paixão.
Mas por causa dos afazeres do dia-a-dia, do trabalho, da rotina, dos problemas cotidianos, aquela esposa decidiu que queria a separação.
Depois de muito insistir e conversar com o marido, ele concordou com uma condição e disse: “Eu te amo, não quero me divorciar de você.
Eu posso te fazer feliz.
Mas já que você quer a separação, eu te darei o divórcio, porém, com uma condição.
Quando nós nos casamos, fizemos uma festa, um grande banquete.
Na nossa separação, eu também quero uma festa e com todos os convidados.
E como condição final, eu quero levar de volta para a casa do meu pai uma coisa da nossa casa.
Aquilo que mais me agradar eu levarei”.
A esposa concordou imediatamente com a proposta do marido.
Ela ficaria com a casa, com todos os bens, e o marido levaria somente uma coisa.
Então, fizeram o banquete da separação.
Era o oposto da festa de casamento.
A esposa estava radiante, pois iria se divorciar e nunca alguém havia feito uma festa de separação.
O esposo, sempre triste no canto, não se divertindo, nem comendo ou bebendo, e olhando o tempo todo para a esposa, e amando com um amor que jamais um homem teve por uma mulher.
As horas foram se passando, então, a esposa se aproxima do marido e diz: “Querido, estamos fazendo a festa conforme você pediu.
Como as horas estão passando, acho que você deve escolher imediatamente aquilo que você quer levar desta casa”.
O marido disse à mulher: “Ainda é cedo.
Eu estou pensando no que eu levarei”.
A festa prosseguiu e a esposa chegou novamente ao marido e disse: “Querido, escolha o que você mais gostaria de levar desta casa, porque eu já estou ficando cansada”.
E o marido falou: “Não, eu ainda estou pensando o que levarei”.
E o tempo foi passando até que a esposa pegou no sono.
O marido esperou que ela dormisse profundamente, tomou-a nos seus braços e a levou para a casa do seu pai.
Quando acordou, ela disse: “O que estou fazendo aqui?
Por que eu não estou na minha casa?
Por que você trouxe-me aqui para a casa do seu pai?”.
O esposo apaixonado, sentindo um certo constrangimento, com os olhos abaixados, respondeu: “O nosso combinado foi que eu escolhesse uma coisa para trazer comigo.
E não há nada que eu ame mais do que você”.
Ao ouvir o marido, a esposa sentiu uma grande emoção.
Novamente o amor latejou no seu coração.
O marido levantou os olhos e olhou profundamente para ela e ela para ele.
A mulher abraçou o esposo e disse: “Nunca mais, passe o tempo que passar, aconteça o que acontecer, eu jamais me separarei de ti porque o teu amor tem me conquistado.
E eu quero aprender a te amar do jeito que você me ama”.
Nesta Ilustração, o esposo é o Senhor Jesus; a esposa é a igreja.
Muitas vezes a igreja está separada do seu marido, adorando festa, a companhia de homens, o convívio social.
E quando o marido vê, isto é, quando Cristo vê a esposa, isto é, a igreja se entretendo com as coisas do mundo, Ele fica triste e não participa disso.
Ele observa de longe. Mas só existe uma coisa que Ele quer intensamente, com todo o seu amor, com todo o seu coração; a única coisa que Ele deseja é levar a noiva, a esposa, para a casa do Pai.
E você já entendeu que o Pai é Deus.
Um dia acontecerá que esta noiva, esta esposa, estará na casa do Pai, despertará e verá à sua frente o esposo amado e compreenderá que foi amada incondicionalmente, como nunca jamais alguém a amou.
Então, esta esposa que foi tão ingrata vai aprender o que é amar e será conquistada pelo seu amor, e será constrangida pelo amor de Jesus Cristo, e fará aquela declaração de amor, não um amor somente “até que a morte os separe”, porque a morte não existirá mais, mas uma declaração de amor que perdurará por toda a eternidade.
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