HORA CERTA

domingo, 24 de fevereiro de 2013

Não deixe seu amor morrer...

"Cuide bem do seu amor, seja quem for..." Eu tenho profundo medo da calmaria, do tédio e da rotina. Me arrepiam os cabelos do dedão do pé as previsibilidades. Bom, sem fazer rodeio, a pergunta de hoje é: o amor suporta a calmaria? Ele resiste á ela? A resposta mais correta e lógica deveria ser sim, caso contrário casamentos não durariam cinquenta anos. Mas o que acontece com pessoas de coração inquieto? com gente que tem profunda preguiça do tédio? O que leva alguém a simplesmente acostumar-se? Você ama ele. Tudo lindo, tudo maravilhoso, se não fosse a certeza dele, de que não vai te perder. Diminuem-se os abraços, as mensagens de celular, a paciência e a vontade de te conquistar. Você passa a duvidar se realmente sua compania é das melhores, se suas histórias são interessantes, se seu amor é suficiente, se vale a pena conviver com os "se". E quem quer isso pra sí? A sensação de segurança que as mulheres buscam todos os dias, em questão de relacionamentos é ligada á sentir-se amada, sentir que alguém no mundo pensa em você com carinho, alguém deixaria seus afazeres correndo caso você estivesse em apuros, alguém que não consegue se imaginar, naquele determinado momento da vida lógicamente, sem a tua compania. É aí nós encontramos alguém, nos apaixonamos, decidimos abrir o coração e a vida. Mas precisamos sim, saber todos os dias que somos amados, de alguma forma. Precisamos sim, de beijos longos, de despedidas doloridas, de domingo com gosto amargo pela semana que separa o novo encontro. Precisamos sim escutar que somos importantes. Precisamos sim olhar pra essa pessoa e saber que ela nos é fiel porque assim escolheu ser, e não por falta de oportunidade de não sê-lo. Eu sei que parece piegas mas o amor é sim como uma plantinha. Mesmo depois que já nasceu não adianta de nada deixar de regá-la, dar a ela a luz necessária, pois sem os devidos cuidados ela morre pouco a pouco. Não deixe seu amor morrer...

Não deixe seu amor morrer...

"Cuide bem do seu amor, seja quem for..." Eu tenho profundo medo da calmaria, do tédio e da rotina. Me arrepiam os cabelos do dedão do pé as previsibilidades. Bom, sem fazer rodeio, a pergunta de hoje é: o amor suporta a calmaria? Ele resiste á ela? A resposta mais correta e lógica deveria ser sim, caso contrário casamentos não durariam cinquenta anos. Mas o que acontece com pessoas de coração inquieto? com gente que tem profunda preguiça do tédio? O que leva alguém a simplesmente acostumar-se? Você ama ele. Tudo lindo, tudo maravilhoso, se não fosse a certeza dele, de que não vai te perder. Diminuem-se os abraços, as mensagens de celular, a paciência e a vontade de te conquistar. Você passa a duvidar se realmente sua compania é das melhores, se suas histórias são interessantes, se seu amor é suficiente, se vale a pena conviver com os "se". E quem quer isso pra sí? A sensação de segurança que as mulheres buscam todos os dias, em questão de relacionamentos é ligada á sentir-se amada, sentir que alguém no mundo pensa em você com carinho, alguém deixaria seus afazeres correndo caso você estivesse em apuros, alguém que não consegue se imaginar, naquele determinado momento da vida lógicamente, sem a tua compania. É aí nós encontramos alguém, nos apaixonamos, decidimos abrir o coração e a vida. Mas precisamos sim, saber todos os dias que somos amados, de alguma forma. Precisamos sim, de beijos longos, de despedidas doloridas, de domingo com gosto amargo pela semana que separa o novo encontro. Precisamos sim escutar que somos importantes. Precisamos sim olhar pra essa pessoa e saber que ela nos é fiel porque assim escolheu ser, e não por falta de oportunidade de não sê-lo. Eu sei que parece piegas mas o amor é sim como uma plantinha. Mesmo depois que já nasceu não adianta de nada deixar de regá-la, dar a ela a luz necessária, pois sem os devidos cuidados ela morre pouco a pouco. Não deixe seu amor morrer...

Não deixe seu amor morrer...

"Cuide bem do seu amor, seja quem for..." Eu tenho profundo medo da calmaria, do tédio e da rotina. Me arrepiam os cabelos do dedão do pé as previsibilidades. Bom, sem fazer rodeio, a pergunta de hoje é: o amor suporta a calmaria? Ele resiste á ela? A resposta mais correta e lógica deveria ser sim, caso contrário casamentos não durariam cinquenta anos. Mas o que acontece com pessoas de coração inquieto? com gente que tem profunda preguiça do tédio? O que leva alguém a simplesmente acostumar-se? Você ama ele. Tudo lindo, tudo maravilhoso, se não fosse a certeza dele, de que não vai te perder. Diminuem-se os abraços, as mensagens de celular, a paciência e a vontade de te conquistar. Você passa a duvidar se realmente sua compania é das melhores, se suas histórias são interessantes, se seu amor é suficiente, se vale a pena conviver com os "se". E quem quer isso pra sí? A sensação de segurança que as mulheres buscam todos os dias, em questão de relacionamentos é ligada á sentir-se amada, sentir que alguém no mundo pensa em você com carinho, alguém deixaria seus afazeres correndo caso você estivesse em apuros, alguém que não consegue se imaginar, naquele determinado momento da vida lógicamente, sem a tua compania. É aí nós encontramos alguém, nos apaixonamos, decidimos abrir o coração e a vida. Mas precisamos sim, saber todos os dias que somos amados, de alguma forma. Precisamos sim, de beijos longos, de despedidas doloridas, de domingo com gosto amargo pela semana que separa o novo encontro. Precisamos sim escutar que somos importantes. Precisamos sim olhar pra essa pessoa e saber que ela nos é fiel porque assim escolheu ser, e não por falta de oportunidade de não sê-lo. Eu sei que parece piegas mas o amor é sim como uma plantinha. Mesmo depois que já nasceu não adianta de nada deixar de regá-la, dar a ela a luz necessária, pois sem os devidos cuidados ela morre pouco a pouco. Não deixe seu amor morrer...

O AMOR SUPERA TUDO

Você... não adianta fugir. Você não poderá esquecer Do dia em que meu olhar tocou o seu. Naquele dia o mundo tornou-se outro, Ao menos para mim. E passei a jurar em silêncio o nosso eterno amor, Mas não vivemos em época de eternos A fugacidade das coisas se embrenhou no mundo do ser. É... você se foi... Mas será que esqueceu? Não. Você não poderá esquecer Do dia em que minha mão tocou a sua. Naquele dia os outros deixaram de existir, Ao menos para mim. E comecei a rir e a dançar no escuro, Mas não vivemos em época de danças e risos. Ninguém dança com pernas fora de corpos nem com dentes caídos no chão. É... você se foi... Mas será que você esqueceu? Não. Você não poderá esquecer Do dia em que meus lábios tocaram os seus. Naquele dia o Universo tremeu, Ao menos para mim. E me senti em contato com todos os seres, Mas não vivemos em época de comunhão. Estar junto não quer dizer ser próximo. É... você se foi... Mas será que esqueceu? Não, você não poderá esquecer Do dia em que todo o meu corpo tocou o seu Naquele dia o vazio desapareceu, Ao menos para mim E me senti pleno, pronto, acabado. Mas não vivemos em época de plenitude. A nulidade é menos absurda que o todo. É... você se foi... Mas será que esqueceu? Não. Você não poderá esquecer Do beijo que não roubei Não. Você não poderá esquecer Da verdade que não revelei Não. Você não poderá esquecer Da fraqueza que não demonstrei Não. Você não poderá esquecer Do Amor que não amei Não. Você não poderá esquecer Do adeus que não lhe dei Não Não Não Você... não adiante fugir É... você se foi.... Mas será que esqueceu? O amor supera tudo... Não. Você não poderá esquecer.